Quando não pode acontecer, acontece. Pelo menos comigo, é assim.
Meu almoço vinha a meu encontro dentro de uma caixinha dentro de uma sacola dentro de uma caixona de isopor na parte de trás de uma moto.
Finalmente chegou. Estava ali, logo atrás da porta de casa. Mas infelizmente, ele estava mais distante do que eu pensava.
A campainha tocou.
Eu: - Já vai ! - Peguei o dinheiro, e, claro, a ch..... a..... (!!!!!!!)
"CADê A CHAVE !?!?!?!?!" - pensei (calafrio do tipo 'PUUUUTZ').
Comecei a procurar, desesperado, pela chave. Esse processo puuutz-preciso-achar-se-não-vou-me-ferrar tem uma progressão interessante devido, principalmente, ao nervoso.
No começo, é só olhar para lugares livres de bugigangas, como superfícies vazias, ao alcance do nosso olhar; depois, começamos a mexer nas coisas; e finalmente, chega a fase onde nos desconhecemos, porque vasculhamos em lugares tão absurdos, que pensamos: "Ahhhhhh não...... eu NUNCA ia colocar algo tão importante aqui." (leia-se 'aqui' como 'em cima da tampa do cesto de roupas, embaixo da pia do banheiro')
Enquanto eu estava nessa procura, o entregador já estava me chamando pela terceira vez.
Eu: - Ó...... não tô achando a chave aqui..... vou interfonar pro porteiro pra ver se ele tem alguma chave de reserva !
Interfonei e o porteiro disse que ia ver se tinha uma chave reserva.
Entregador: - HEEEY !!! Não dá pra passar pela janela ???
"Felipe, seu animal !!!!! Porque não pensou nisso antes !!!"
Ainda bem que moro no térreo..... heheheheh... imagina se não....
O cara me passou o almoço pela janela (detalhe: chovendo... AEEEEEE BOOOOOOOOOOA o/) e o porteiro já vinha pra me entregar a chave reserva.
Nove dias depois, ou seja, hoje, lá estava eu me preparando pra estudar. Abri o estojo pra pegar as coisas e.......... AAAAAAAAAARRRRGGHHHHHHHHH !!!!!! A CHAVE ESTAVA LÁ !!!!!!
O pior nessas horas é que fica uma angústia, uma sensação de desperdício; como se alguém desligasse o telefone na sua cara ou se acabasse a bateria do telefone no meio de uma conversa, algo assim. É um momento em que não podemos descontar em ninguém; Só deixar sua cabeça pender pra frente e bater a testa na mesa... ou gritar.
Agora estou com receio de perder as duas de uma vez... sei lá como...
aSIUHaiushiAHSIHiauhsiHASIUHaiushiUAHSIUhaishiuAHSUIH
ResponderExcluirO mais engraçado da história, é que eu consigo imaginar todas as suas feições durante o processo, do desespero ao "como fui idiota" ASHUiuahsiHASIUhaisuhIUASHIUhasiuhAIUHSIHaishiuah
Mas eh sempre assim....a gente soh acha qndo a gente nao precisa mais u.u"
Pense pelo lado bom, pelo menos vc não achou a chave depois de uma ida ao banheiro...!
ResponderExcluir[comentarioidiotaeusei]Masss... muito legal seus posts Fê!!
bjs
nota-se o quanto vc estuda. leva 9 dias pra decidir abrir o estojo hahahaahahaha desliga o computador e vai ler um livro ;)
ResponderExcluirComo assim a chave estava dentro do seu estojo? e só depois de NOVE dias vc abre o seu estojo?! Mas que aluno aplicado! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirAShuiasiAHSihuasi
ResponderExcluirmais uma ilustre história tua cara. eeh eu tambem tenho esses momentos, principalmente quando preciso da chave para sair (ir ao CURSINHO), imagina o desespero.
abraço, continue escrevendo, quem sabe um dia eu lhe agencio para escrever alguma coisa, como um livro
Gostando muito de ler seu blog digníssimo Felipe xD Espero que não tenha escolhido a opção de bater a testa na mesa...
ResponderExcluirÉ Felipe... eu falei q esse negócio que vc vinha treinando de escrever só com o poder da mente ia acabar te prejudicando...
ResponderExcluirSe vc agisse como todas as outras pessoas e resolvesse pegar uma caneta vc acharia rapidinho sua chave... masss... XD