sexta-feira, 23 de julho de 2010

Falando com uma câmera sobre falar com uma câmera


Ócio + Prazer por edição = Esse vídeo
A qualidade não está muito boa, mas talvez depois eu dê um jeito.

P.S.: Eu não sei realmente se gorro e touca são a mesma coisa, só serviu pra piada mesmo, não leve a sério, hahaha.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Neurose

Chegando na sala, olhei direto pra fileira onde normalmente sento, procurando pelo lugar usual. Estava livre. Passei pela fileira - um pouco apertada, por sinal - e me "aconcheguei", até onde o assento (e minha bunda) permitissem usar essa palavra. É impressionante como consigo ser desastrado. Espremi meu dedo entre o meu próprio joelho e a parte de baixo da mesa vizinha. Doeu o suficiente pra que eu soltasse um "Fia-da-puta !" numa altura razoável, que servisse pro monólogo. Ou pelo menos era o que eu pensava.
"Desculpa", uma voz logo atrás de mim. Olhei. Era uma menina que estava passando logo atrás de mim, pra que pudesse evitar as pernas que fechavam o caminho da minha fileira e chegar facilmente ao seu lugar: ao meu lado. Não, não ! Eu estava falando sozinho ! Me machuquei sozinho, e como doeu muito, xinguei ! Eu não faço a menor ideia de como isso funciona, se é que de fato funciona, ou se só faço de conta que funciona, mas é o que faço. Pode ter até o mesmo sentido dos gritos dos guerreiros, coisa antiga, hein... tem seu valor. Pode ser distração, é. Gritar pra esquecer um pouco da dor, sabe ? "Eu machuquei meu dedo..." Foi o que consegui dizer, ainda com aquela cara de dor, de quem não acha graça em nenhuma piada, ignora ou sartiriza perguntas como "doeu ?", e prefere morrer antes de responder a um prudente "como aconteceu ?". Ela nem olhou pra mim e se sentou. Ah, não ! Ela entendeu tudo errado ! Eu xinguei, ela pediu desculpas e nem olhou pra mim, enquanto eu me explicava ! Ela tá puta. Mas eu nem estava olhando pra ela quando xinguei, estava olhando pra frente ! Mas ela provavelmente estava de costas pra mim, porque, quando olhei, ela vinha de costas. Já sei ! Ela pediu desculpas porque achou que a mochila dela esbarrou na minha cabeça ! É isso ! Então piorou. Ela esbarrou a mochila na minha cabeça, sem querer, eu xingo ela de fia-da-puta, a gente nem se conhece, e tudo o que ela tem a me dizer é um acuado "desculpa" !? Ah, você tem problema, queridinha ! Vamos pesar as coisas aqui: um esbarrão. Normal, ainda mais num ambiente espremido como esse. Um pedido de desculpas é uma admirável demostração de educação. Agora, intercalando um xingamento aí, as coisas mudam de peso. Não se recebe um xingamento desses, num contexto desses, de forma tão passiva ! É porque eu sou um desconhecido ? Não ! Não faz o menor sentido. Veja, vamos para um extremo: se eu fosse um amigo seu, você riria depois disso. Xingamentos entre amigos recebe uma conotação tão única... Mas esse não é o caso. O caso é que eu sou um desconhecido te xingando. Por mais que seja uma coisa relativa, a grande tendência seria você se mostrar ofendida e olhar muito feio pra mim, me questionar sobre o porquê do xingamento, não se conformar, no mínimo. Ah, já sei. É porque a sala está muito cheia ? Começar uma briga em meio a mais ou menos cento e cinquenta pessoas te intimida ? Ah, entendi. Você está ofendida, muito puta comigo, mas quer deixar pra resolver a questão num momento mais apropriado. E não olhou pra mim como sinal disso. Não ! Você não olhou pra mim porque está indiferente ! Claro ! Nada pior que a indiferença, não é mesmo !? Mas... E se ela não olhou pra mim enquanto me explicava, porque simplesmente o pedido de deculpas não era pra mim ? Simples. Ela veio, um de costas pro outro, eu xinguei, ela não ouviu, esbarrou de uma das milhares de formas em uma das milhares de pessoas pelo caminho, pediu desculpas a essa pessoa, e nem prestou atenção em mim quando virei rapidamente (porque realmente foi muito rápido) pra me explicar. Mas... Se a minha visão periférica não estiver tão ruim, vi que ela virou na direção da minha fileira, bem atrás de mim. Só poderia ser comigo. Eu não xinguei tão alto assim, ou xinguei ?Ninguém em volta ouviu, ou, se ouviu, não demonstrou. E eu estava olhando pra frente ! Bom, pra quem está de costas, basta ouvir. Vai que o ouvido dela é bom. É, acho que eu ouviria. Já me vi várias vezes em situações em que só eu ouvia certas coisas (não eram vozes). É, se fosse eu, ouviria, e brigaria ! Não é possível isso ! Bom, já que ela não olhou nem nada, prefiro acreditar que não era comigo, apesar de não acreditar nessa minha preferência.
Começaram as aulas. Me foquei. Em certo momento, algo me chamou atenção. É normal que as pessoas tenham folhas e apostilas e cadernos e fichários sobre a mesa. Mas ela estava com o fichário fechado e, sobre ele, um livro. Não um livro que cabia naquele contexto. O meu primeiro interesse veio justamente disso: não tinha nada a ver com as aulas. No segundo seguinte, identifiquei o tipo de livro: MPB. Contexto histórico, fotografias da época, etc. Meu interesse aumentou, e muito. Mas eu precisava prestar atenção nas aulas. Sem problemas, uma espiadinha de vez em quando não faz mal a ninguém.
Opa, ela está lendo. Não, não estou dizendo isso porque olhei, mas porque ouvi. Bom, aparentemente ela está lendo pra amiga ao lado. Ela até que lê baixinho. Cheguei a ouvi-la cantar, mas eu não conhecia aquela música. O microfone do professor está mais alto que a voz dela. Tá fácil manter o foco. (...) O professor parou de falar durante um bom tempo, e ela continuou a ler. Não sei se por ser só a voz dela agora, pareceu mais alta que nunca. Até a menina na minha frente olhou pra ela. E ela, percebendo o momento "mas-só-o-professor-Girafales", foi baixando a voz numa velocidade absurda, até cochihcar, hahahaha. Eu só estou de esguelha no livro. Nossa, preciso voltar ou na Fnac ou na Cultura. Vou na Cultura. Além de ter desconto, gosto muito daquele lugar. Me dá uma paz de espírito. Mas um livro desse deve ser uma facada, mesmo com desconto. Droga. Me deu uma puta vontade de tocar violão. Queria ter super poderes só pra isso agora. (...)
Só falta uma aula. Essa é a hora em que várias pessoas vão embora. Ela é uma. Ótimo, uma pessoa que tem uma péssima imagem de mim está indo embora, sem que eu tenha a menor chance de esclarecimento. Ela então, passando na minha frente, séria, olhando apenas pro caminho que seguiria: "Tô indo moço, sei que você está cheio de mim." AHAAAA !!! EU SABIA !!! EU SABIA !!!!!! MARAVILHA, EU ESTAVA CERTO !!! QUE BOSTA, EU ESTAVA CERTO !!! NÃO, NÃO, NÃO !!! "Desculpa..." Moça, eu NÃO te xinguei, tudo bem ? Eu sei que tá difícil de te convencer, mas é fato. Ela tá indo embora... tá no corredor... tá esperando a amiga... vai, qualquer coisa agora ! Comecei a acenar com a mão, até ela olhar. Olhou ! Nossa, ela tá séria mesmo. "Como se chama o livro que você estava lendo ?" Ela tentou lembrar, perguntou pra amiga, que me respondeu. Era um songbook do Chico Buarque. Número 4. A amiga dela me perguntou se eu curtia. Respondi o óbvio. Ela estava séria, e era comigo. Mas então "Depois aparece lá embaixo pra ver a gente fazer um som. À tarde." Ótimo ! Super confuso, mas ótimo ! Era a oportunidade que eu tinha de por as cartas na mesa. Ela realmente tinha me entendido muito mal. Fez aquele comentário sem nenhum tom identificável de ironia, brincadeira, ou coisa do tipo. Eu pedi desculpa enquanto ela saía ! Sou eu quem está sem graça ! Será que eu não prestei muita atenção nela ? Ah, ela estava séria, sim !
Acabou a aula. Bom, ela disse que seria à tarde. Já que vou almoçar aqui perto mesmo, posso ficar estudando por aqui, até um horário razoável. Desci, saí, e fiquei procurando alguma menina com um violão. O pior é que eu tinha visto o rosto dela só naquele último contato. Não a reconheceria tão fácil. Nada. Não a encontrei. Vou almoçar e depois tento de novo.

Voltei, e fiquei um tempo ali "embaixo". Calma aí: onde era "lá embaixo" ? Será que tenho que descer mais um ou dois lances de escada ? Mas aqui seria mais conveniente fazer um som. Ou será que é na rua ? Já sei ! Sempre tem gente que deixa uns instrumentos na sala da coordenação. "Bom dia. Por favor, esses instrumentos são pra algum evento daqui ?" "Não. É que às vezes deixam aqui mesmo." "Obrigado." Bom, talvez seja dela. Vou ficar mais um tempo aqui. (...)
Ah, não ! Os instrumentos sumiram ! Agora, fudeu ! "Com licença, esses instrumentos era de alunos da manhã ?" "Sim." "Obrigado." É, fudeu. Mas quem disse que é necessariamente um violão ? Som se faz com várias coisas, inclusive coisas que caibam numa mochila. Mas era MPB, era Chico ! Pode ser com cavaco só. Mas ela disse "à tarde" e ainda nem deu o horário dos alunos do período da tarde. Mas que "à tarde é esse ?" 14, 15, 16, 17 horas ? Não vou ficar mais aqui esperando. Nem sei onde nem quando é ! Já levaram algum violão que tinha aqui, ficar em pé aqui tá foda. E o rosto dela está sumindo gradualmente da minha memória, ainda que, se eu vê-la, dá pra reconhecer. O problema é que é amanhã é o último dia de aula do primeiro semestre, então tenho só mais uma chance. Quase certeza que ela não era da minha sala. Sei que ela conversou em algum momento com uma outra menina, que é da minha sala. Se não estivesse de penetra lá, sempre sentaria por ali. Bom, de qualquer jeito, só me resta amanhã pra desfazer o mal-entendido. (...)
Ótimo, ela não veio. E ontem um cara xingou ela de filha-da-puta só por um esbarrão acidental. Além de não aparecer depois do convite. Muito simpático !


Esse é o Neurose. Ele aparecerá aqui quando puder, e quando não puder também; afinal, ele vem e vai inexplicavelmente. Saibam mais sobre ele na coluna ao lado, em "Meus Espelhos". Lá também estão o Fiduma e o Seu Lelé.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Torço por um bom jogo, e só

É sobre a Copa. Não, não estou perto da cozinha. Em cima de uma árvore ? N-não ! Oi... ? O chapeleiro ? Sim, gosto muito dele, mas o que ele tem a ver com isso ? Hã... ? Cem gramas em fatias ?! Alguém está prestando atenção ?
Nunca fui de assistir a jogos de futebol. Nunca mesmo. Nada de família reunida em frente à televisão num domingo pra ver o jogo. Nada de assistir àqueles programas de discussão sobre futebol. Nada de ir ao estádio. O máximo que eu fazia era jogar video-games de futebol. Nada disso impede que eu goste de futebol. Muito pelo contrário, eu gosto. Só não gosto do que fazem dele. E mesmo que isso ocorra com qualquer evento relacionado a futebol, a Copa do Mundo, apesar de todo seu esplendor, mostra bem isso.
É só a pessoa estar vestida com a camiseta da Argentina, que já é lembrada da mãe. É só um adversário fazer merda, que logo a nação dele é posta na mesma merda. No jogo de Brasil contra Costa do Marfim, depois de uma falta sobre o Brasil o comentarista diz: "Ah, é o jeito deleS de jogar." DeleS quem ? Eu só vi um cara cometendo a falta. E se os outros começaram a jogar assim depois, o motivo é outro. Aliás, fazer do jogo uma luta é... (...)
E uma coisa que me deixa muito incomodado, é ver jogador cavando falta. E todos fazem isso. Cavar falta é sinônimo de incapacidade de lidar com a jogada. É não saber jogar, é querer se aproveitar das regras pra ganhar oportunidades. Se o seu lance saiu do seu controle, meu querido jogador, assuma e deixe a bola rolar ! O pior de tudo mesmo é o efeito "segregação". Mas acho que isso tem a ver com a necessidade natural de pertencer a um grupo, e tal. O que não justifica várias coisas.
Ah, sem falar que "Brasil ganhou, parabéns, Dunga !", "Brasil perdeu, Dunga, seu bosta !"... (E técnico que tira com desprezo a medalha de prata do pescoço não sabe o que é esporte. Esse é um grande adepto de um dos milhões de aspectos da segregação. Ou seja, um grande #@$$$$$$$$$&$$$$$$$$$%)
Bom, fazer de uma coisa tão bonita essa indústria, essa segregação, essa competição... não é comigo. Apesar disso tudo, a Copa do Mundo é um evento de se tirar o chapéu.

Aqui vão alguns fenômenos que atingem a todos, acredito. Inclusive a mim:

Efeito da massa:
Brasil versus Qualquer-Que-Seja. Todos a postos. Mesas, cadeiras, petiscos, telão, projetor (um mero detalhe), aquela mulher sem noção sentada no colo do namorado, fechando a visão de um número considerável de pessoas, perucas, coros iniciados com sílabas repetidas e finalizados com "-eta", "-u", "-uta" e "-au", prestigiando o adversário da seleção Brasileira, garrafas de cerveja em mãos verdes e amarelas, "Kakás" verdes em fundos amarelos por toda parte.
Começa o jogo ! O Brasil inicia a troca de passe, e... ahh... falta do adversário. Nossa, o povo ficou meio furioso aqui. Não gosto quando o jogo para, mas tudo bem. Eles têm a posse (têm a posse !?) de bola, troca de passes, e... hmm... falta do Brasil. Bom, foi equivalente à primeira falta do jogo. Calma gente, não precisa xingar o time adversário inteiro, nem mandar lembrança pra mãe do juiz; afinal, foi justo. (...)
Vai, vai, vai... corre, hmmmmmm, quaaase. Boa, boa. Só acho que podia passar mais a bola. (...) Essa falta do Brasil foi proposital, coitado do adver... Que cara é essa ? Eu... falei... alguma... (...) Nossa, acho que eles estão dando o troco no Brasil agora, mas acho que já compensaram os lados da balança faz tempo. (...) Acho que o juiz está meio distraído... porque aquilo não foi falta. (...) VAI, VAI, VAI, CORRE !!! AAAAAAAAAAAHHHHH, NÃO !!!! *murro na mesa* (...) AHHH, JUIZ FILHO-DA-PUTA !!!ADVERSÁRIO DE MERDA !!! NEM FOI FALTA ISSO AE !!! (...) O QUE !?!?!?! AH, NEM ENCOSTOU NO CARA !!! NÃO FOI FALTA DO BRASIL !!! O ADVERSÁRIO TÁ PENSANDO O QUE !? QUE É LUTA LIVRE !?!? AH, VAI SE FERRAR !!! *certos dedos ganham o céu* (...) O JULIO CÉSAR SAIU ERRADO !!! DUNGA, SEU BOSTA !!! (!?)

Uma perda gradual de argumentos justificáveis. Isso não só existe, como funciona.

Vuvuzelas:
Na descrição do ambiente acima estava faltando algo. Ainda mais nessa Copa, onde muitos, daqui a algumas décadas, terão como lembrança em som de vuvuzelas.
Vu-vu-ze-la. Esse nome é engraçado, assim como "Pluto", "pinguço", "bigurrilho" (ainda mais falando com érrrre de sulista) ou "Tiririca" (falando com t de sulista também). São palavras engraçadas pra mim. Vuvuzelas então deveriam, pra mim, ser algo engraçado. E são. Crianças são adoráveis. Persistência é uma virtude admirável. Agora... NÃO DEIXE UMA CRIANÇA SER PERSISTENTE COM UMA VUVUZELA EM MÃOS !!! E se uma já é ruim, IMAGINE UM ESTADIO DE FUTEBOL CHEIO !!! E não venha me falar que vuvuzelas não te irritam, porque o meu cérebro é biologicamente semelhante ao seu, o que garante que as mesmas frequências de som que me irritam, te irritem também, mesmo que você esteja de bom humor. QUE HUMOR RESISTE A PELO MENOS 3 HORAS DAQUILO !? E porque tanta gente aguenta mais de duas horas de tanta vuvuzela ? PORQUE ELES TODOS FICARAM SURDOS GRADUALMENTE E FICARÃO ASSIM ATÉ HORAS DEPOIS DO JOGO !

Uma vuvuzela incomoda muita gente,
Duas vuvuZELAS INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MA-AIS !!!

Duas vuvuzelas incomodam muita gente,
Três vuvuZELAS INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MAA-AAIS !!!!
Três vuvuzelas incomodam muita gente,

Quatro vuvuZELAS INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MAAAA-AAAAIS !!!!!
Quatro vuvuzelas incomodam muita gente,
80000 DE VUVUZELAS INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM,INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, (...) 


Talvez as vuvuzelas interfiram de algum modo no efeito da massa. Talvez, não. Certamente.  ¬¬
TODOS COM BERRANTE EM 2014 !!!  =P


- AEEEEEEE !!!!!! GOL !!!! GOOOL !!!!! GOOOOOOL !!!!! (Pulando freneticamente, corpo descendo, carteira saindo do bolso e ficando, enfiando a mão na lâmpada, perdendo a Bic do bolso da camisa.)
- Felipe...
- UHUUUUULLLL !!!!!! AEEE !!!! HAHAHA... Oi... ? (Só ofegante agora)
- É... Era replay. E longe de ser o primeiro replay.  ¬¬
- Ah...
(...)
- ISSOOOOOO !!!!! BOA !!!!! BEEEEEM TIMEEEE !!!!!
- F... Fe.... Felipeee.....
- Oi ??
- É o treino da seleção.  ¬¬
(...)
- OOOOOW !!!!!! A BOLA FOI NO CARA E ELE NEM FEZ NADA !?!? QUE CABAÇO !!!
- Felipe...
- Ah, assitir a um jogo assim não dá !!
- Era o juiz, foi sem querer.  ¬¬
(...)
- AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE !!!!!!!!!!!!!!! GOOOOOOOOOOOOOOL !!!!!!!!!
- FELIPE !!!!!!
- Que... q...
- FOI GOL CONTRA !!!!  ¬¬
(...)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Importante na hora certa


























sábado, 3 de julho de 2010

Ser humano

A Cabana. Um livro muito bonito. Independentemente do caráter religioso - o que, na verdade, não me importa - há muitas coisas interessantes ali. Universais, ideais. E, por serem ideais, difíceis de serem cumpridas. Posso até tentar. Difíceis... muito difíceis. Seria tão bom se...
Ah, não ! Impossível ! Como assim ?! OLHA BEM AO REDOR !! OLHA !! EU QUERO É QUEIMAR !!! FOLHA POR FOLHA !!!