segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Como é bom ver o lado positivo das coisas

Não sou de achar criança feia (também não saio procurando por aí). Mas a filhinha do Roberto Justus... Bom, talvez ela não se encaixe no que eu classificaria como beleza. É algo bem relativo, que se faz na cabeça de cada um. Algo construído, parcial. Essa teoria é a que me vem na tentativa de confortar a garotinha na minha cabeça. "Ela não é bonita. Pra mim." E então me vem um pensamento do tipo cala-boca-o-mundo-é-uma-merda-mesmo: "Não, ela é feia mesmo. Por mais relativa que a beleza possa ser."
Finalmente, mesmo depois desse pensamento horrível, encontrei uma saída, uma luz no fim do túnel, uma porção - grande - de esperança pra ela, algo concreto, consistente: na idade dela eu era bonito.

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