Hoje começaram minhas aulas...
Espero que eu possa chamar isso de presente...
segunda-feira, 14 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Literalmente, não.
Entrei no orkut hoje e minha sorte do dia: "Não coma neve amarela."
Hahahahaha, ah, cara... (suspendendo os óculos pra apertar os olhos com o indicador e o polegar).
Tá, sempre tem uma metáfora e tal, mas é bom levar certas coisas ao pé da letra de vez em quando. Aliás, nunca sei se entendi a metáfora, porque esse é o tipo de coisa que têm várias interpretações, mas tudo bem.
É importante ressaltar a facilidade com que eu tenho acesso a Neve: até hoje só passei na bunda (tá, já fiz essa piada aqui).
A primeira coisa que eu quero muito fazer quando me deparar com uma quantidade considerável de neve é fazer guerrinha de neve. Claro !!! Eu até colocaria neve na boca, mas seria algo pra se fazer num contexto de completo tédio, onde até as coisas mais estúpidas ganham atrativo. É como ler frasco de desodorante enquanto está sentado no trono. Eu já li até Isto é Gente !!! Pra se ter noção da gravidade da situação...
Então eu estaria sentado numa poltrona, mexendo as orelhas sem as mãos, tentando levantar só a sobrancelha direita (porque só consigo a esquerda), estralando o pescoço, medindo o intervalo de tempo pra que um avião passe bem em cima de casa, notando a diferença na visão quando fecho só o olho esquerdo e depois só o direito e... botando neve na boca.
Veja que colocar na boca não é comer. Comer ?! Porque alguém comeria neve ? Colocar na boca pra saber a textura, tudo bem. Bom, comer não faria diferença assim. Tá, comendo neve, então. Mas não seja qualquer neve, certo ? Tenho certeza de que não é a mesma água pra limpar vidro de carro, ou a do queijinho da praia (puta queijinho bom, aliás).
Lembra da situação de tédio que falei ? Então... Imagine só a pessoa lá, sentada no trono, e com neve do lado ! (Não o papel... Tá, parei) Sabe o que ela pode fazer ? DEIXAR A NEVE AMARELA !!!! É isso mesmo... Visualize a situação. Já assistiu Jackass ? Lembra o que ele faz com um sorvete de casquinha ?Pois é.
E agora eu pergunto: O QUE LEVA ALGUÉM A COMER NEVE AMARELA, PORRA !?!?!?! O QUE MAIS PODE DEIXAR NEVE AMARELA !? SORTE DE HOJE !? SORTE ?!?!?!? HOJE !?!?!?!? CTALOKO !!!!
Hahahahaha, ah, cara... (suspendendo os óculos pra apertar os olhos com o indicador e o polegar).
Tá, sempre tem uma metáfora e tal, mas é bom levar certas coisas ao pé da letra de vez em quando. Aliás, nunca sei se entendi a metáfora, porque esse é o tipo de coisa que têm várias interpretações, mas tudo bem.
É importante ressaltar a facilidade com que eu tenho acesso a Neve: até hoje só passei na bunda (tá, já fiz essa piada aqui).
A primeira coisa que eu quero muito fazer quando me deparar com uma quantidade considerável de neve é fazer guerrinha de neve. Claro !!! Eu até colocaria neve na boca, mas seria algo pra se fazer num contexto de completo tédio, onde até as coisas mais estúpidas ganham atrativo. É como ler frasco de desodorante enquanto está sentado no trono. Eu já li até Isto é Gente !!! Pra se ter noção da gravidade da situação...
Então eu estaria sentado numa poltrona, mexendo as orelhas sem as mãos, tentando levantar só a sobrancelha direita (porque só consigo a esquerda), estralando o pescoço, medindo o intervalo de tempo pra que um avião passe bem em cima de casa, notando a diferença na visão quando fecho só o olho esquerdo e depois só o direito e... botando neve na boca.
Veja que colocar na boca não é comer. Comer ?! Porque alguém comeria neve ? Colocar na boca pra saber a textura, tudo bem. Bom, comer não faria diferença assim. Tá, comendo neve, então. Mas não seja qualquer neve, certo ? Tenho certeza de que não é a mesma água pra limpar vidro de carro, ou a do queijinho da praia (puta queijinho bom, aliás).
Lembra da situação de tédio que falei ? Então... Imagine só a pessoa lá, sentada no trono, e com neve do lado ! (Não o papel... Tá, parei) Sabe o que ela pode fazer ? DEIXAR A NEVE AMARELA !!!! É isso mesmo... Visualize a situação. Já assistiu Jackass ? Lembra o que ele faz com um sorvete de casquinha ?Pois é.
E agora eu pergunto: O QUE LEVA ALGUÉM A COMER NEVE AMARELA, PORRA !?!?!?! O QUE MAIS PODE DEIXAR NEVE AMARELA !? SORTE DE HOJE !? SORTE ?!?!?!? HOJE !?!?!?!? CTALOKO !!!!
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Tá, e daí ?
Outro dia eu estava procurando uma palavra no dicionário, e bati o olho numa outra palavra ali próxima. Acabei descobrindo uma coisa sobre algo que eu - e, com certeza, muitas, mas muitas outras pessoas - convivemos durante praticamente a vida toda.
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos numero zero
(A Casa - Vinícius de Moraes)
A descoberta ? É esmero /ê/, e não esmero /é/. Só pra rimar mesmo. Taí o Vininha fazendo do jeito dele.
Mas logo que vi isso, me lembrei que ele não foi o primeiro a fazer isso:
Seja breve, seja breve
Não percebi porque você se atreve
A prolongar sua conversa mole
Seja breve, não amole
Senão acabo perdendo o controle
E vou cobrar o tempo que você me deve
(Seja Breve - Noel Rosa)
Nessa aí a manha é controle /ó/. Mais uma vez, só pra rimar. (E com certeza reflete o ambiente bem boêmio onde ele compunha na maioria das vezes; meio
chapado e "foda-se, vai assim mesmo") Taí o Poeta da Vila pra comprovar. A primeira gravação dessa música foi em 1933.
Mas o Vinícius não foi o último a fazer isso:
Meu caro amigo me perdoe, por favor
Se eu não lhe faço uma visita
Mas como agora apareceu um portador
Mando notícias nessa fita
Aqui na terra tão jogando futebol
Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll
Uns dias chove, noutros dias bate sol
(Meu Caro Amigo - Chico Buarque / Francis Hime)
E finalmente nessa, ele canta rock'n'roll /ó/. Composta em 1976.
Puta merda, esse post ficou com uma carinha de documentariozinho que tenta te convencer de que aquilo tudo tem alguma importância, com o argumento "Ah, ninguém faria um trabalho desses pra nada, certo ?"; com aquela lógica "Stevie Wonder é Deus".
É isso mesmo, você chegou ao final do texto.
Pelo menos você conheceu algumas músicas. Não ? Já conhecia as três ? Ah... Pelo menos você sabe quando elas foram compostas, então. Você pode puxar papo no metrô com o que leu aqui. Quem puxa papo no metrô ? Normalmente idosos, porque todo o resto tem fones nos ouvidos. Pode ser no ponto de ônibus ou no ônibus, então. Mas, por favor, não puxe papo com alguém de quem você esteja afim. Que proveito a pessoa tiraria de saber como se fala "esmero" ? Quer saber ? QUE TIPO DE PESSOA GOSTARIA DE SABER ALGO ASSIM !? QUER O QUE !? ESNOBAR !? IMBECIL !!!!
(...)
É... perdeu o seu tempo.
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos numero zero
(A Casa - Vinícius de Moraes)
A descoberta ? É esmero /ê/, e não esmero /é/. Só pra rimar mesmo. Taí o Vininha fazendo do jeito dele.
Mas logo que vi isso, me lembrei que ele não foi o primeiro a fazer isso:
Seja breve, seja breve
Não percebi porque você se atreve
A prolongar sua conversa mole
Seja breve, não amole
Senão acabo perdendo o controle
E vou cobrar o tempo que você me deve
(Seja Breve - Noel Rosa)
Nessa aí a manha é controle /ó/. Mais uma vez, só pra rimar. (E com certeza reflete o ambiente bem boêmio onde ele compunha na maioria das vezes; meio
chapado e "foda-se, vai assim mesmo") Taí o Poeta da Vila pra comprovar. A primeira gravação dessa música foi em 1933.
Mas o Vinícius não foi o último a fazer isso:
Meu caro amigo me perdoe, por favor
Se eu não lhe faço uma visita
Mas como agora apareceu um portador
Mando notícias nessa fita
Aqui na terra tão jogando futebol
Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll
Uns dias chove, noutros dias bate sol
(Meu Caro Amigo - Chico Buarque / Francis Hime)
E finalmente nessa, ele canta rock'n'roll /ó/. Composta em 1976.
Puta merda, esse post ficou com uma carinha de documentariozinho que tenta te convencer de que aquilo tudo tem alguma importância, com o argumento "Ah, ninguém faria um trabalho desses pra nada, certo ?"; com aquela lógica "Stevie Wonder é Deus".
É isso mesmo, você chegou ao final do texto.
Pelo menos você conheceu algumas músicas. Não ? Já conhecia as três ? Ah... Pelo menos você sabe quando elas foram compostas, então. Você pode puxar papo no metrô com o que leu aqui. Quem puxa papo no metrô ? Normalmente idosos, porque todo o resto tem fones nos ouvidos. Pode ser no ponto de ônibus ou no ônibus, então. Mas, por favor, não puxe papo com alguém de quem você esteja afim. Que proveito a pessoa tiraria de saber como se fala "esmero" ? Quer saber ? QUE TIPO DE PESSOA GOSTARIA DE SABER ALGO ASSIM !? QUER O QUE !? ESNOBAR !? IMBECIL !!!!
(...)
É... perdeu o seu tempo.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Jogos de Tabuleiro - I
De uns dias pra cá eu tenho jogado jogos de tabuleiro com uma frequência relativamente alta, e isso me faz reviver a infância. A minha, só pra deixar claro.
Já que eu era criança, o meu principal interesse era - como o de toda criança, creio eu - jogar, apenas. Então eu não ligava muito pra regras. Não que eu fosse roubar no jogo, mas no sentido de verificar se elas tinham algum nexo.
Agora, passado algum tempo, criei algum tipo de rigor nesse sentido, ou simplesmente me tornei mais chato (sim, mais); enfim, coisa de adulto. Percebi que algumas regras de alguns jogos não fazem muito sentido, o que é bom, porque tudo fica mais engraçado (tentei pensar agora em algo que faça sentido e seja engraçado, mas não me lembrei de nada). Mesmo assim, as coisas engraçadas têm sua lógica e sentido peculiares.
Tem algo de errado, muito errado, e há pouco tempo descobri que é no meu Detetive - a respeito dos pinos de cada personagem: o Prof.º Black é rosa, a Srta. Rosa é vermelho, a Dona Violeta é azul e o Sr. Marinho é verde ! Já citei isso em algum texto aqui. Me lembra aqueles jogos onde você lê a palavra de uma cor escrita com letras de outra cor, porque a confusão em ver um pino rosa e ter que dizer "Prof.º Black" é praticamente a mesma.
Não basta você chegar na casinha da porta pra poder entrar no aposento; é preciso de mais um ponto no dado: Isso leva a cogitar que, no mínimo, a porta emperrou (e isso é bem possível, considerando que o meu detetive é muito velho - final da década de 80, por aí); a personagem pode ter narcolepsia - possível mas pouco provável; esqueceu a chave e fica do lado de fora (sei bem como é isso; 4 vezes em 6 meses no ano passado ¬¬).
Se algum pino estiver no seu caminho, você tem que dar a volta, porque dois pinos não ocupam o mesmo espaço: Que falta de educação !!! Dá licença ae, ow !!! (exceto se a pessoa tiver narcolepsia mesmo e estiver dormindo em pé).
Acusar a sua própria personagem: A pessoa entra no aposento, e
Hide my head I wanna drown my sorrow
No tomorrow
No tomorrow
And I find it kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
sobe numa cadeira, enrola sua morte no lustre logo acima. "Eu me acuso, com a corda no Hall !!! POR JESUS CRISTO, EU NÃO AGUENTO MAIS !!!"
Se alguém te acusar em um determinado aposento, você é levado até tal aposento: Isso é um inferno. Suponha que você seja o Coronel Mostarda, e está andando em direção ao Hall; lembre-se de que sua sorte não é grande, te impedindo de ver um número maior que 6 como soma dos dois dados. Você precisa chegar ao aposento desejado pra que possa fazer a acusação ali. Chegou na porta ! Mas não pode entrar porque não tirou um número suficiente pra isso, lembra daquela regra ? E então, na mesma rodada, outro participante entra num aposento do outro lado do tabuleiro e te acusa (¬¬). Educação ? Preocupação ? Hipocrisia ? Não sei, mas você tem que comparecer. Agora considere que isso acontece jogada-sim-jogada-não:
Deeeessa vez eu chego lá. Com licença, por favor ? (...) Ah, vai se foder !!! Que falta de modos...
Cheguei... Ok, a chave...
- MOSTARDAAAAA !!!!!
- AAAAAAAAAAAAAAHHHHH, BIXÔÔÔÔ !!!!! QUE QUE É DESSA VEZ !?!?!? (Como se o culpado fosse admitir o crime perante acusação... Tô velho mas não tô gagá, porra.)
Já que eu era criança, o meu principal interesse era - como o de toda criança, creio eu - jogar, apenas. Então eu não ligava muito pra regras. Não que eu fosse roubar no jogo, mas no sentido de verificar se elas tinham algum nexo.
Agora, passado algum tempo, criei algum tipo de rigor nesse sentido, ou simplesmente me tornei mais chato (sim, mais); enfim, coisa de adulto. Percebi que algumas regras de alguns jogos não fazem muito sentido, o que é bom, porque tudo fica mais engraçado (tentei pensar agora em algo que faça sentido e seja engraçado, mas não me lembrei de nada). Mesmo assim, as coisas engraçadas têm sua lógica e sentido peculiares.
Tem algo de errado, muito errado, e há pouco tempo descobri que é no meu Detetive - a respeito dos pinos de cada personagem: o Prof.º Black é rosa, a Srta. Rosa é vermelho, a Dona Violeta é azul e o Sr. Marinho é verde ! Já citei isso em algum texto aqui. Me lembra aqueles jogos onde você lê a palavra de uma cor escrita com letras de outra cor, porque a confusão em ver um pino rosa e ter que dizer "Prof.º Black" é praticamente a mesma.
Não basta você chegar na casinha da porta pra poder entrar no aposento; é preciso de mais um ponto no dado: Isso leva a cogitar que, no mínimo, a porta emperrou (e isso é bem possível, considerando que o meu detetive é muito velho - final da década de 80, por aí); a personagem pode ter narcolepsia - possível mas pouco provável; esqueceu a chave e fica do lado de fora (sei bem como é isso; 4 vezes em 6 meses no ano passado ¬¬).
Se algum pino estiver no seu caminho, você tem que dar a volta, porque dois pinos não ocupam o mesmo espaço: Que falta de educação !!! Dá licença ae, ow !!! (exceto se a pessoa tiver narcolepsia mesmo e estiver dormindo em pé).
Acusar a sua própria personagem: A pessoa entra no aposento, e
Hide my head I wanna drown my sorrow
No tomorrow
No tomorrow
And I find it kind of funny
I find it kind of sad
The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had
I find it hard to tell you
I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
sobe numa cadeira, enrola sua morte no lustre logo acima. "Eu me acuso, com a corda no Hall !!! POR JESUS CRISTO, EU NÃO AGUENTO MAIS !!!"
Se alguém te acusar em um determinado aposento, você é levado até tal aposento: Isso é um inferno. Suponha que você seja o Coronel Mostarda, e está andando em direção ao Hall; lembre-se de que sua sorte não é grande, te impedindo de ver um número maior que 6 como soma dos dois dados. Você precisa chegar ao aposento desejado pra que possa fazer a acusação ali. Chegou na porta ! Mas não pode entrar porque não tirou um número suficiente pra isso, lembra daquela regra ? E então, na mesma rodada, outro participante entra num aposento do outro lado do tabuleiro e te acusa (¬¬). Educação ? Preocupação ? Hipocrisia ? Não sei, mas você tem que comparecer. Agora considere que isso acontece jogada-sim-jogada-não:
Deeeessa vez eu chego lá. Com licença, por favor ? (...) Ah, vai se foder !!! Que falta de modos...
Cheguei... Ok, a chave...
- MOSTARDAAAAA !!!!!
- AAAAAAAAAAAAAAHHHHH, BIXÔÔÔÔ !!!!! QUE QUE É DESSA VEZ !?!?!? (Como se o culpado fosse admitir o crime perante acusação... Tô velho mas não tô gagá, porra.)
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