Talvez o meu atual contexto - cursinho - esteja amplificando muito algo que não seja tão grande assim. Nessa hora sinto saudades da faculdade. Nessa e em muitas outras. Mas isso é papo pra outra conversa. Fato é que um dos meus maiores medos está, nessa minha mente distorcida, diante de mim. E, comparado a esse medo, não passar no vestibular é insignificante. As minhas únicas "válvulas de escape" social não estão funcionando. Estou perdendo...
Tá lá o corpo estendido no chão
Em vez de rosto, uma foto de um gol
Em vez de reza, uma praga de alguém
E um silêncio servindo de amém
O bar mais perto depressa lotou
Malandro junto com trabalhador
Um homem subiu na mesa do bar
E fez discurso pra vereador
Veio o camelô vender
Anel, cordão, perfume barato
Baiana pra prazer pastel
E um bom churrasco de gato
Quatro horas da manhã
Baixou o santo na porta bandeira
E a moçada resolveu
Parar, e então...
Tá lá o corpo estendido no chão
Em vez de rosto uma foto de um gol
Em vez de reza, uma praga de alguém
E um silêncio servindo de amém
Sem pressa foi cada um pro seu lado
Pensando numa mulher ou num time
Olhei o corpo no chão e fechei
Minha janela de frente pro crime
Veio o camelô vender (...)
(De frente pro crime - MPB-4)
Se eu me rendesse às expectativas e recompensas, me comportando como tantos... Pararia de fazer muitas coisas. Forte tentação, mas... Não. Continuarei sendo esse trouxa. ^^
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